Preservar
O que já funciona bem e não deve ser perdido.
Diagnóstico Presencial
Perguntas para entender antes de propor.
Conversa guiada por blocos. Possibilidades, não proposta.
A proposta desta conversa é entender como a HS funciona, o que já deve ser preservado e onde inteligência, processos, dados, automação e IA podem gerar valor com responsabilidade.
A conversa não busca fechar solução agora. O objetivo é abrir mapa com critério.
O que já funciona bem e não deve ser perdido.
Como a operação acontece na prática.
Onde existem gargalos, oportunidades e sinais de valor.
Quais caminhos merecem aprofundamento depois.
Antes de aprofundar os blocos do diagnóstico, vamos desenhar como a HS funciona hoje, do jeito mais simples e fiel possível.
“Uma oportunidade pode surgir por relacionamento, indicação, cliente antigo, parceiro ou canal digital. A equipe entende o contexto, transforma em briefing, monta proposta, valida escopo, envolve financeiro, operação e fornecedores, entrega a experiência e depois pode manter algum acompanhamento ou registro do que foi entregue.”
Antes de entrar nos blocos específicos, a ideia é montar um mapa simples de como a HS funciona hoje: como as oportunidades surgem, viram proposta, passam pela operação, chegam à entrega e continuam no pós.
Quais são hoje as principais frentes de receita, serviços ou experiências da HS?
Hoje a HS atende mais empresas, pessoas físicas, grupos fechados ou uma combinação desses públicos?
Como os clientes ou oportunidades chegam até a HS?
Quais áreas ou funções participam da venda, briefing, aprovação, operação, entrega e pós?
Como uma oportunidade vira proposta, projeto, operação e entrega?
Quais ferramentas, planilhas, grupos ou sistemas sustentam esse fluxo hoje?
Existe algum mapa formal ou informal do funcionamento da operação, mesmo que seja um desenho simples?
Onde a informação nasce primeiro e onde costuma se perder ou ser reconstruída?
Quais indicadores ou sinais a empresa acompanha hoje para saber se está tudo sob controle?
O que a diretoria precisa saber para sentir que a empresa está sob controle?
Entender o que já funciona bem na HS antes de falar em mudança.
“O atendimento próximo ao cliente já funciona bem; o cuidado é alto, mas parte desse conhecimento ainda fica espalhada em conversas, memória da equipe ou decisões pontuais.”
Quais práticas, decisões ou cuidados fazem a HS entregar valor acima da média?
O que os clientes elogiam com mais frequência?
Que cuidado importante hoje depende muito de pessoas específicas e poderia virar padrão sem engessar a operação?
Onde existe conhecimento prático que ainda está muito na cabeça das pessoas?
Entender como uma oportunidade entra e vira briefing.
“Um pedido chega pelo WhatsApp ou indicação, alguém entende o contexto, coleta informações essenciais e depois transforma isso em briefing para quem vai orçar, planejar ou executar.”
Que informação nasce no primeiro contato e deveria seguir até proposta, operação, financeiro e marketing sem precisar ser reconstruída?
Que informações costumam faltar no início?
Onde a comunicação precisa ser repetida ou reconstruída?
O que define se uma oportunidade está madura para avançar?
Quem precisa participar dessa passagem de informação?
Entender o fluxo entre aprovação, organização e execução.
“Depois da aprovação, a equipe precisa saber prazos, responsáveis, fornecedores, roteiro, orçamento, pendências e o que mudou desde o briefing inicial.”
Onde costumam surgir retrabalhos depois da aprovação?
Existe uma fonte única do que foi aprovado, prometido, alterado e precisa ser entregue?
Como a equipe acompanha pendências, prazos e responsáveis?
O que hoje depende demais de memória, conversa ou cobrança manual?
Em que ponto um erro pequeno pode virar urgência?
Explorar como a entrega pode gerar memória, valor percebido e recompra.
“Depois de uma entrega, poderia ficar um registro organizado com bastidores, fotos, aprendizados, feedbacks, entregáveis, pontos fortes e oportunidades de recompra.”
Que materiais, registros ou histórias ficam depois de uma entrega?
Como o cliente contratante percebe o cuidado da HS depois do evento/viagem?
Que registro nasce durante a entrega e poderia virar evidência de valor depois, com autorização adequada?
Existe algum pós-evento estruturado hoje?
O que seria útil mostrar ao cliente sem parecer venda forçada?
Entender que visão Renan/diretoria precisa para decidir melhor.
“Status de projetos, pendências críticas, riscos com fornecedores, custos fora do previsto, decisões travadas e pontos que dependem de aprovação da diretoria.”
Que decisão hoje depende de juntar informação de várias pessoas antes de ficar clara?
Que alerta deveria aparecer antes de virar urgência?
Que informação a diretoria deveria receber antes de precisar perguntar?
Onde a empresa depende demais da presença do dono/diretoria?
Que informação hoje chega tarde?
Mostrar que a inteligência pode nascer junto com a operação.
“Quando uma demanda muda de status, quando uma pendência atrasa, quando um fornecedor confirma, quando um custo foge do previsto ou quando um cliente envia feedback.”
Que informações já aparecem no processo, mas não são aproveitadas?
Onde um simples registro poderia virar visão de gestão?
Que decisões poderiam chegar mais preparadas?
Que tarefas repetitivas poderiam ser facilitadas sem substituir pessoas?
Que informação deveria nascer uma vez só e servir para proposta, operação, financeiro, marketing e pós-evento?
Memória, relacionamento e recompra como continuidade da experiência.
“Após uma experiência, a HS poderia reunir registros, imagens, feedbacks, aprendizados e oportunidades de continuidade em um material simples, elegante e útil para o cliente contratante.”
O que o cliente recebe depois da experiência?
O que o cliente contratante precisaria mostrar internamente para provar que a experiência valeu a pena?
Como a HS poderia manter relacionamento depois do evento?
Que parte da experiência poderia virar ativo comercial?
Como a recompra poderia ser estimulada sem parecer insistência?
Depois da conversa, os insumos ajudam a organizar uma leitura mais segura para a HS.